Iluminação valoriza espaço e influencia no humor

10 / 03 / 2011 | Postado por Invespark.

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Ao contrário do que muitos pensam a iluminação de um ambiente é muito importante e deve ser bem pensada, pois contribui na percepção do espaço e acredite, também influencia no humor das pessoas.

A arquiteta de interiores, Mônica Thá recomenda ambientes mais iluminados, pois lugares muito escuros podem se tornar abafados e causar a sensação de pouco espaço. Porém, um ambiente bem iluminado não significa excesso de luz e o cuidado deve ser redobrado na hora de você escolher qual iluminação se adéqua mais ao seu projeto ou construção.

A iluminação deve ser suficiente para tornar o ambiente agradável, com eficiência luminosa e proporcionar boa visibilidade. A função de cada ambiente também é necessária para você acertar na escolha:

Nos banheiros, por exemplo, a iluminação deve ser uniforme e intensa na bancada da pia. As lâmpadas refletoras devem ser evitadas, pois podem atrapalhar para maquiar ou barbear. Deve-se dar preferência para as lâmpadas de luz quente (amarelada) ou neutra (branca).
Na cozinha as fluorescentes com índices de reprodução de cores são as mais indicadas. É preciso ter uma boa iluminação geral para enxergar bem os alimentos. Também são indicadas as lâmpadas halógenas e as dicróicas.
Na sala de jantar o foco principal da iluminação está na mesa, por isso devem-se utilizar lâmpadas com alto índice de reprodução de cores para realçar o tom dos alimentos e aguçar o apetite.
Nos quartos o ambiente deve ser atraente e confortável e a luz uniforme e indireta dá um bom resultado. Ela pode vir da parede ou do teto e irá produzir uma luz suave. Para leitura na cama, pode-se optar por abajur ou pendente lateral mais baixo e próximo ao ponto de leitura.

Dicas de economia

A Invespark busca aliar em seus projetos de iluminação maior eficiência e economia de luz, além da valorização dos espaços. As lâmpadas fluorescentes ou fluorescentes compactas têm como característica principal a economia de energia em comparação com as lâmpadas incandescentes tradicionais, além da durabilidade. Mas, por outro lado, têm menor índice de reprodução de cor.
Já as lâmpadas incandescentes, e seus vários grupos, são vistas como as grandes “vilãs” do consumo. Tem o grupo das halógenas, como as PAR, as dicróicas, as AR ou as Halopin. Estas são as lâmpadas mais adequadas para a criação de efeitos e para a valorização de objetos, quadros, texturas, tecidos e cores.
Para haver equilíbrio, Mônica sugere utilizar uma iluminação mista sem carregar muito nas incandescentes. “Utilizar cores claras para a pintura interna também ajuda muito na iluminação, pois além de refletirem mais a luz diminuem a necessidade de iluminação artificial gerando assim mais economia”, sugere.
Há uma estimativa de que a iluminação seja responsável de 10 a 20% pelo consumo de energia do lar.


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